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Māe Terra

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 A māe terra me conecta com a sua vibraçāo, me faz fluir sobre a magia da sua mistica natureza. A magnitude da sua grandeza nos mais pequenos detalhes, me mostra o poder do milagre  da criaçāo divina. Nela eu contemplo a plenitude da harmonia entre a flora e a fauna, entre o mar, o céu e a terra. Sua feminilidade simbolica  me acolhe como filha e no seu ventre sinto-me amada e protegida. Generosa māe que me dá o sustento  necessário na abundância da suas  riquezas e fertilidade. Oh Māe bondadosa! Criadora que   tranquiliza os pensamentos e me faz voar nas suas asas libertadoras.  Dai-nos consciência do seu amor incondicional para  que possamos respeitar-te como  é devido. Poesia©Alma

Caminhos Karmicos

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 Caminhos Kármicos Ao caminhar sinto passos, que já nāo sāo só meus. Vejo estradas estrelaçadas de transeúntes vindo de outras direçōes unidos por uma  conexāo cósmica. Sāo companheiros de  viagem de momentos  de entrega e de superaçāo. De barreiras que caem para enfrentar medos e superar  limites de outros planos, outras matrizes, que  confirmam que a criaçāo divina está regida pela atraçāo e pela uniāo da sabedoria dos tempos. Sanaçāo por amor e  respeito, para que só  entāo possamos comer dos frutos da arvore  da vida e seguir por novos sendeiros  luminosos. Poesia©Alma.

A Leveza da Alma

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 Na sua singela vida nāo havia cabida  para a tristeza. Na meiguice do seu olhar ainda resplandecia o  brilho das estrelas, que sonhava com o infinito. No seu sorriso alado vibrava o alento da esperança que  contagiava a todos pelo magnetismo  da sua aura. Na delicadeza dos  seus gestos morava  a grandeza da  simplicidade,  que mostrava de que se  tratava a leveza da alma. Poesia©Alma

Por-do-sol

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 Sobre o tom laranja da partida o pôr-do-sol vai dexando rastros  de saudade em um mar de  lembranças que oprime o coraçāo. No horizonte o infinito se conecta com o ocaso de misturas que  abraça o prateado mar retratando  um quadro magistral. A brisa se une neste êxtase de nuances sobre o silencio  melancólico do anoitecer, que vai  exalando o suave manto das  suas sombras. Sinto a conjunçāo com a māe  natureza fazendo parte deste  explêndido momento de redençāo,  onde o virar da página se faz  necessário, para a revigoraçāo  dos sentidos e da ilusāo de um  novo amanhecer. Poesia©Alma.

Parceiros da vida

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 Parceiros que dançam  juntos o eminente  baile da vida, onde se  prima a cumplicidade  da sincronia das entregas. Olhares que se conectam  com a compasso da alma  e buscam no acalento do  corpo as carícias do ser  amado. Māos entrelaçadas que  guiam sonhos transformando-os em promessas que culminam  no querer dos amores  inesquecíveis. Entre abraços enternecidos  a dança prossegue no seu  tacto amoroso e medicinal  separando-se por instantes,  com giros que darāo o sal  à sintonía, para depois fundir-se  lentamente em um longo enlace.  Amantes que seguem o ritmo cadênciado da musica no decorrer  dos tempos cuidando com carinho e esmero os  passos da melódica vida. Poesia©Alma

Enfrentar os medos

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 Enfrentar o medo. Submergir nos sentidos. Conectar com este turvo momento  que chega sem ser convidado. Observar as emoções que cedem a sua vontade tentando enegrecer o submundo do ser, revolucionando o espirito e paralizando a mente. Na penumbra do  desconhecido se dará a luta da luz sobre as sombras é onde a viagem interior requer reconhecimento e enfoque, onde a aceitação  e o perdão se tornam  imperativos para a sanação  das feridas. Emergir para respirar profundamente o momento da liberaçāo, voltar à tona  para seguir no sendero  da vida recuperando  a fluidez da alma. Poesia©Alma

Olhares

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 No seu olhar há múltiplas figuras. São olhares de amor e de  carinho. Outros de distração e  de firmeza. Uma hora estes olhares  são os que excitam e  outras os que evitam. São olhares que divagam  e outros que enfocam. São olhares que indagam  e outros que respondem. São olhares que buscam  e outros que se encontram. Estes olhares que por vezes  me prendem são também  os que me me liberam. Porque estes olhares são  os que enamoram a primeira vista, os que no silencio da  entrega se amam na fluidez dos olhares mudos, que  dizem o que não precisava  ser dito. Poesia©Alma