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Mostrando entradas de 2018

Entre o mar e o céu

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Entre o mar e o céu. há uma amplitude de sonhos, um bom tramo de chao e uma generosa porçao de amor. Entre o mar e o céu existe uma imensa esperança feita de quereres, que se perdem nos afazeres e se encontram nas noites de lua cheia. Entre o mar e o céu ilusoes sao lançadas ao léu, aladas em fantasias que bailam ao vento e se dissipam no tempo. Entre o mar e o céu se cheira a liberdade do voo do pássaro, que voa livre brincando na brisa dos astros, que o eleva na maresia do azul do céu . Poesia©Alma

Tudo o que vejo

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Tudo o que vejo sao pérolas  no meu caminho: detalhes  que afloram os sentidos,  achados que se tornam  descubertas, relíquias que  despertam sonhos. Tudo o que vejo sao pedras  no meu caminho: problemas  que necessitam reflexāo,  espinhos que exigem superaçāo  e medos que clamam por sanaçāo. Tudo o que vejo corre bem  dentro das minhas veias e  transpassa minh'alma,  flutua no meu universo e me  torno cada vez mais  Eu. Poesia©Alma de Weimer Carvalho

Anjos

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Vieram ao mundo para  trazer a paz e brindar a  fonte da vida. Pedem atençāo para demostrar a sua imensa fortaleza e valia. Anjos que foram  ignorados e que sofrem devido as decisōes  Insanas daqueles que buscam a guerra  e o poder. Muitos deles foram ceifados do seu legado  divino de ensinar a pureza  do amor, que clama por justiça e que chora sobre  as arrebatadas alegrías  dos que já mataram, sem misericordia, seus  anjos interiores. Anjos que jamais perdem a esperança de viver em um mundo cujos sonhos, um día, se atreveram a sonhar. Poesia©Alma Fotografia de Gabriel Chaim

Moinhos

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Moinhos de ventos alados que agitam suas vestes desnudando-se em sementes de augurio, as que clamo ao Deus da essência. Moinhos de ventos rebeldes que evocam pensamentos fugases, de momentos eternos donos de um sopro ao voar, cujo instante se torna esperança e floresce ao sonhar. Moinhos de contos e versos de poemas e prosas que ecoam em meus devaneios e se deleitam e flutuam no ar. Moinhos anonimos e incessantes, por que incistem em espalhar ventanias? Poesia©Alma Fotografia de Joel e Isa Reichert

Desde a minha varanda

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Desde a minha varanda se ouvem murmurios, sussurros misturados com algum que outro clamor, que rompem a monotonia do dia, poucos fazem ruídos que clamam que a vida nao é feita em preto e branco. Desde a minha varanda ouço vozes perdidas, que se dissipam no tempo e no vento, mas estes clamores que para alguns sao insuportáveis, sao os que ressoam ao meu ouvido, sao chamados que cortam o vento e recuperam o tempo. Poesia©Alma Fotografia de Thomaz Farkas
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Musica Classica Lista

Morada

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Fotografia de Cecília Duarte Submersa em meus pensamentos, recondito lugar tao sensível ao voo, crescem minhas raízes cuja imaginação orbita entre a terra e gravita nos mares em época de lua cheia. Consciente deste momento mágico e fugaz, sei que sou dona de um instante, de um momento no infinito, que se propaga e se faz imenso na morada de quem ama. Poesia©Alma Fotografia de Cecília Duarte