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Mostrando entradas de febrero 16, 2018

Desde a minha varanda

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Desde a minha varanda se ouvem murmurios, sussurros misturados com algum que outro clamor, que rompem a monotonia do dia, poucos fazem ruídos que clamam que a vida nao é feita em preto e branco. Desde a minha varanda ouço vozes perdidas, que se dissipam no tempo e no vento, mas estes clamores que para alguns sao insuportáveis, sao os que ressoam ao meu ouvido, sao chamados que cortam o vento e recuperam o tempo. Poesia©Alma Fotografia de Thomaz Farkas