Moinhos
Moinhos de ventos alados que agitam suas vestes desnudando-se em sementes de augurio, as que clamo ao Deus da essência. Moinhos de ventos rebeldes que evocam pensamentos fugases, de momentos eternos donos de um sopro ao voar, cujo instante se torna esperança e floresce ao sonhar. Moinhos de contos e versos de poemas e prosas que ecoam em meus devaneios e se deleitam e flutuam no ar. Moinhos anonimos e incessantes, por que incistem em espalhar ventanias? Poesia©Alma Fotografia de Joel e Isa Reichert