Desde a minha varanda

Desde a minha varanda se ouvem murmurios,
sussurros misturados com algum que outro clamor,
que rompem a monotonia do dia,
poucos fazem ruídos que clamam que a vida
nao é feita em preto e branco.

Desde a minha varanda ouço vozes perdidas,
que se dissipam no tempo e no vento,
mas estes clamores que para alguns sao
insuportáveis, sao os que ressoam ao meu ouvido,
sao chamados que cortam o vento e recuperam o tempo.


Poesia©Alma

Fotografia de Thomaz Farkas

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